mais de mil palavras

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas sentadas e atividades ao ar livre

“Criado perto das drogas e muita violência
Sua infância é questionável lixo é sua essência…”
(…)- Ninguém da nada mais nele só ele acredita, que mesmo andando sujo sem nome deve manter sua alma limpa, de que adianta nome limpo e uma alma podre, se quem tem nome nobre não tem pena de menino pobre, gente esnobe ignora quem pede uma ajuda. Não ajuda, não estende as mãos, mais com as mãos afunda.
Chamam ele de Febem tratam ele como escorias, são palavras que a criança vai levar na memória.”
(Anjo sem asas -Expressão ativa)

 

*foto: Peu Ricardo /DP

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Imagem dos anais desta história (para a história)

Não. Não é Paris, séc. XVIII. Nem Canudos, séc. XIX. É Brasília século XXI.

 

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O dia em que o povo acordar, os governantes não conseguirão dormir.

O negócio é colocar o Temer cara…Só assim para estancar esta sangria. Com ela lá (Dilma) não tem jeito. (O Golpe) por Romero Jucá.

 

Quem nasceu para Folha nunca chega a NY Times

Otavím, triste fim, Otavím…

Fidel.jpg

O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito no Tijolaço:

Vem-me  por e-mail o trabalho do Gustavo Santos, coletando as manchetes mundiais, hoje:

BBC: “Ex-presidente cubano morre.”
The Telegraph: “Ícone revolucionário cubano morre.”
The Independent: “Líder revolucionário cubano morre.”
Reuters: “Líder da Revolução Cubana morre.”
The Guardian: “Líder revolucionário cubano morre.”
Die Zeit: “Líder revolucionário cubano morre.”
Le Figaro: “Pai da Revolução cubana morre.”
Time Magazine: “Ex-presidente cubano morre.”
Deutsche Welle: ” Morre herói cubano.”

Separei e pus lá em cima a manchete do The New York Times , o nec plus ultra da turma de punhos de renda das redações.

Fidel Castro, líder cubano que desafiou os EUA, morre aos 90

 E, do lado, o que os meninos da Folhinha de S. Paulo conseguiram produzir, algo semelhante ao comentário de um destes energúmenos de plantão que não consegue entender o tamanho dos fatos na História.

Ou será que acham que os jornalistas do NYT são um bando de castristas infiltrados na redação?

O contrário é mais provável:  gente que foi da esquerda e se passou para a direita, que não apenas se exibe vaidosamente para os novos donos como também abana o rabo  para espantar as moscas.

Pois Sartre, nelas,  encarnou as Erínias do grego Ésquilo, deusas do remorso e a culpa, que voejam sem parar em torno do infeliz que os carrega, que se vê dando golpes no ar.

Não conseguem entender finitudes e perenidades.

Por isso, talvez não se deem conta de que, daqui a pouco, quando o que escrevem  estiver  embrulhando – já que hoje não se embrulha mais peixe com jornal –  o produto dos nossos melhores amigos que não devemos deixar na rua, Fidel Castro estará nos livros de História.

http://www.conversaafiada.com.br/pig/quem-nasceu-para-folha-nunca-chega-a-ny-times