BARBÁRIE

A crueldade, esteja ela articulada ao sádico ou ao perverso, caminha junto com a desumanidade. Não podem ser humanos…

Antes de morrer, jovem depôs que ação em lava-jato não foi brincadeira

Wesner Moreira da Silva, 17, disse ao delegado responsável pelo caso, ainda no hospital, que pediu para que os suspeitos parassem

Adolescente de 17 anos foi agredido com mangueira e morreu após 11 dias internado / Reprodução/TV Morena

Adolescente de 17 anos foi agredido com mangueira e morreu após 11 dias internado
Reprodução/TV Morena
JC Online

O adolescente que morreu após ter uma mangueira de ar comprimido introduzida no ânus afirmou, dias antes de morrer, que a agressão não foi uma brincadeira, como afirmam os acusados. De acordo com a polícia, Wesner Moreira da Silva, 17, disse ao delegado Paulo Sérgio Lauretto, responsável pelo caso, que pediu diversas vezes para que os acusados parassem, o que só ocorreu quando ele começou a defecar e vomitar.

O depoimento foi dado ainda no hospital, dias antes do falecimento de Wesner.

“Ele disse que aquilo não era tipo de brincadeira, disse que pediu para eles [suspeitos] pararem diversas vezes, mas que só pararam depois que ele começou a vomitar e a defecar”, afirmou Lauretto.

O delegado reiterou que, apesar de não ter sido um interrogatório formal, o depoimento da vítima resultou em um relatório que será complementado com o laudo necroscópico e os suspeitos do crime. O dono do lava-jato no qual a vítima trabalhava, que teria introduzido a mangueira no ânus do jovem e outro funcionário, que o segurou, afirmaram que o crime foi apenas uma ‘brincadeira’, comum entre eles no local.

Uma criança de 11 anos, que também presenciou a ação, ratificou a versão dos acusados.

 

Prisão

A Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) pediu a prisão preventiva dos dois suspeitos da morte de Wesner. Ele foi velado na manhã desta quinta-feira (15), na casa onde vivia com a família, e enterrado no final da tarde.

De acordo com o delegado Sérgio Lauretto, responsável pelas investigações, o pedido de prisão foi feito após a morte da vítima, na tarde da última terça-feira (14). Wedson permaneceu internado na Santa Casa de Campo Grande durante 11 dias.

O jato da mangueira causou diversas lesões no garoto, que chegou a perder parte do intestino. A pressão do ar foi tão intensa que estourou o intestino grosso e comprimiu os pulmões, trancando as válvulas respiratórias. Thiago Demarco Sena, 26, dono do lava-jato, e o funcionário Willian Henrique Larrea, de 30,  podem ser indiciados por lesão corporal grave seguida de morte ou por homicídio doloso.

 

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2017/02/15/antes-de-morrer-jovem-depos-que-acao-em-lava-jato-nao-foi-brincadeira-270882.php?cmpid=fb-uolnot

Cuando no pueda verte (soneto alejandrino)

Originally posted on versosconvidapropia: He de perder mi luz cuando no pueda verte, las horas de mis noches serán puro tormento, habrá sueños de hielo mecidos por el viento por mis ganas de amarte y no poder tenerte. Puede que deje el alma en manos dede la muerte por si volando llego al filo de…

via Cuando no pueda verte (soneto alejandrino) — O LADO ESCURO DA LUA

Caos no Espírito Santo já deixou mais de 100 mortos | Brasil 24/7

O governo estadual não divulgou números oficiais de mortes desde o início da greve da PM no sábado, deflagrada por uma demanda de aumento salarial, mas um porta-voz do sindicado que representa os policiais disse nesta quinta-feira que foram registrados 101 homicídios desde sábado; cenas de violência e anarquia se espalharam pelo Estado desde o […]

via Caos no Espírito Santo já deixou mais de 100 mortos | Brasil 24/7 — BRASIL S.A

Os 15 dias de luto que Moro não deu a Lula são um favor ao ex-presidente – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

Fonte: Os 15 dias de luto que Moro não deu a Lula são um favor ao ex-presidente – TIJOLAÇO | “A política, sem polêmica, é a arma das elites.”

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Exibir vídeo Diário do Centro do Mundo VÍDEO: em depoimento a Moro, FHC desconstrói tese da Lava Jato sobre o acervo presidencial de Lula

Fonte: Diário do Centro do Mundo VÍDEO: em depoimento a Moro, FHC desconstrói tese da Lava Jato sobre o acervo presidencial de Lula

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FHC desmonta tese da Lava Jato sobre acervo presidencial de Lula

Em depoimento em Curitiba, ex-presidente do PSDB explica como funciona a manutenção do acervo presidencial e recebe por três vezes pedidos de desculpas do juiz Sérgio Moro

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso depôs nesta quinta-feira (9) para o juiz de primeira instância Sérgio Moro na ação penal que a Lava Jato move contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ex-primeira-dama Dona Marisa Letícia e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto. Fernando Henrique, elencado como testemunha de defesa, depôs em especial sobre o acervo presidencial, que a Lava Jato chama de “objetos pessoais” de Lula e coloca em sob julgamento no processo que move contra o ex-presidente petista.

FHC afirmou que a troca de presentes entre presidentes e líderes de nações são formais e acabam por gerar um acervo presidencial. De acordo com uma lei federal, cuja regulamentação foi estabelecida durante o governo do ex-presidente, o acervo pessoal é considerado de interesse público no Brasil. Assim, o fato é que, de acordo com FHC, o acervo de cada ex-presidente acaba por se tornar “um problema” para o ex-mandatário, já que este passa a possuir uma coleção de objetos que são de interesse público mas que geram demandas pessoais de depósito. “Um problema imenso. Como o acervo é de interesse público, você (qualquer ex-presidente) apela para doadores, porque você é obrigado a manter a coleção de objetos, mas não tem recurso para manter., explicou Fernando Henrique”.

FHC afirmou que faz uso da Lei Roaunet para manter o acervo que lhe cabe, e que tal material pode até, se o ex-presidente quiser, ser vendido, após ser oferecido, antes, ao Tesouro Nacional.Em que pese tal opção legal, Fernando Henrique disse: “Claro, eu não vendi nada”. Lula também não vendeu.

Em seu depoimento, o ex-presidente disse que seu acervo é “enorme”, com milhares de documentos, muitos mantidos em locais refrigerados. Ele contou também que, em virtude de seu histórico acadêmico, é muito preocupado com a preservação desse material. O acervo de Lula, colecionado em mais de uma dezena de containers, hoje está arrestado pela Operação Lava Jato e manipulado por pessoas sem experiência  em preservação ou catalogação de documentos históricos.

FHC esclareceu que o acervo não incide legalmente como patrimônio pessoal. Quando perguntado se isso é adicionado ao imposto de renda, ele esclareceu que  tal material não entra na sua declaração de bens, e que o valor desses objetos é histórico, não patrimonial. E que empresas, como a Odebrecht, contribuíram para seu Instituto, não havendo nada de ilegal nessas contribuições, ao contrário do que faz crer as acusações dos procuradores da Lava Jato, feitas exclusivamente contra o ex-presidente Lula. FHC confirmou que houve uma reunião com empresários quando ainda era presidente, e que dela participou Emílio Odebrecht, mas que não se pediu doações nessa reunião, apenas foi verificado se havia espaço para a criação de um instituto. Na ação a que responde o ex-presidente petista, os procuradores do Ministério Público Federal do Paraná acusam Lula de receber vantagens indevidas da construtora OAS, já que a empreiteira pagava 21 mil reais por mês para o armazenamento do acervo presidencial em estoques na empresa Granero.

As declarações de Fernando Henrique Cardoso confirmam o que diz a defesa do ex-presidente: o acervo presidencial não são bens pessoais, não configurando vantagem indevida a sua manutenção, que é uma obrigação legal dos ex-presidentes.
Reverência

No início da sessão, o Juiz Sérgio Moro deu um “bom dia especial ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso”.  Moro também agradeceu FHC duas vezes pelo depoimento e se desculpou com o ex-presidente tucano em três oportunidades, pelo tipo de pergunta que FHC tinha que responder e pela duração do depoimento. Fernando Henrique Cardoso foi tratado como “excelência” e se desculpou por “falar demais”. Moro disse que o depoimento foi “muito interessante”.

Ainda em juízo, FHC explicou como montou sua base de apoio, o chamado “presidencialismo de coalizão”, formando com aliados uma base parlamentar maior do que aquela com a qual o ex-presidente foi eleito. Ele disse não ter conhecimento nem de cartelização, nem de casos de desvios citados por Nestor Cerveró. “Um presidente não tem como saber de tudo”, afirmou FHC. “Um ex-presidente ouve muita maledicência de um contra o outro que não pode levar ao pé da letra'”.

 

http://lula.com.br/fhc-desmonta-tese-da-lava-jato-sobre-acervo-presidencial-de-lula